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domingo, 2 de janeiro de 2011

Como funciona o Cup Noodles?

Para milhões de pessoas poderem despejar água fervente num copo e matar a fome em poucos minutos, rola (e já rolou!) muita mão de obra. A história do macarrão instantâneo começou em 1958. Num Japão que ainda sentia os efeitos da 2ª Guerra Mundial, o empresário Momofuku Ando (1910-2007), fundador da Nissin, criou o miojo - o primeiro sabor foi de galinha. Na época, o produto era um luxo e custava seis vezes mais do que o macarrão tradicional. Em 1971, um funcionário da Nissin, Takeshi Otaka, sugeriu embalar o miojo num pote de isopor - o design do copo é o mesmo até hoje -, batizado posteriormente de Cup Noodles.

Rango histórico

Em Osaka, no Japão, há um museu dedicado ao Cup Noodles. Diariamente, 1 500 visitantes aparecem para conhecer a história do produto
Mão na massa
O macarrão instantâneo já vem cozido e temperado de fábrica

1. A massa é levada por uma esteira para ser pré-cozida no vapor. Depois disso, ela é prensada por cilindros para ficar fina antes de passar por lâminas que a cortam em fios com 2 mm de espessura - em cada pote há cerca de 80 fios, com 40 cm de comprimento


Prato leve

No Brasil, usa-se plástico duro na embalagem. Em outros países, os copos podem ser de papel e de isopor, que, além de ser leve e barato, é um ótimo isolante térmico. Assim, o recipiente perde pouco calor, mantendo a água quente por mais tempo

2. O miojo do Cup Noodles tem um gostinho a mais que o macarrão comum. Para dar sabor aos fios, mergulha-se o macarrão por dez segundos num tanque com água a 30 oC, temperada com sal e glutamato monossódico


Sabor aos pedaços

Por causa dos temperos acrescentados antes da fritura, o miojo (e não apenas o Cup Noodles) é mais amarelado que o macarrão comum. Depois de frito, na hora de embalar, são acrescentados temperos em pó e pedaços de alimentos desidratados

3. O macarrão é distribuído em fôrmas arredondadas e mergulhado no óleo para fritar por dois minutos. O processo desidrata o macarrão, o que facilita a embalagem. Mas a massa que tinha 315 calorias vai para 420 - a cada 90 g


Panela boa

O bloco de macarrão é forçado contra as paredes do copo, aumentando a resistência da embalagem e minimizando danos durante o transporte. O espaço vazio no fundo do pote serve para isolar parte da água, mantendo a temperatura de cozimento

• No Japão, o nome do miojo de copo é Cup Noodle, sem o "s" no final, e há 15 sabores disponíveis
Fonte:ME

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Em que lugares o ano não começa em 1º de janeiro?

Em mais de uma dezena de países - mais especificamente, em todas as nações que não utilizam o chamado calendário gregoriano, baseado no movimento do Sol. Esse calendário, que tem como marco inicial o nascimento de Jesus, é adotado pelo Brasil e pela maioria das nações ocidentais. Mas na China, por exemplo, o que vale é uma contagem baseada nos ciclos da lua, introduzida no ano 2637 a.C. pelo imperador Huang-ti, com anos de 363 dias. Neste ano, os chineses comemoram a passagem para o ano 4702 no dia 9 de fevereiro. Já em países do Oriente Médio como Arábia Saudita e Iêmen, a marcação mais usada é o calendário islâmico, que começa em 622 d.C. Foi nesse ano que ocorreu a Hégira, episódio em que Maomé, fundador do islamismo, fugiu da cidade de Meca para Medina. Pelo calendário islâmico, cada ano tem 354 ou 355 dias. No dia 10 de fevereiro deste ano, celebra-se o primeiro dia do ano 1426. Das nações islâmicas, as únicas exceções são Irã e Afeganistão, que usam um calendário parecido com o islâmico, mas com anos de 365 dias. Para iranianos e afegãos, a virada para o ano 1384 acontece no dia 21 de março. Ainda no Oriente Médio, os judeus de Israel saudarão o ano novo de 5766 apenas no dia 4 de outubro. O calendário judaico tem anos de 353 a 355 dias e começa em 3761 a.C., que para os judeus é o ano de criação do Universo. Por último, vale lembrar que na Índia os hindus também têm um calendário religioso, em que o ano corrente é 1926. Por lá, a passagem de ano será celebrada em 22 de março de 2005.

Fonte:ME

sábado, 25 de dezembro de 2010

Por que o Natal é comemorado em 25 de dezembro?

 
Parece incrível, mas a escolha da data não tem nada a ver com o nascimento de Jesus. Os romanos aproveitaram uma importante festa pagã realizada por volta do dia 25 de dezembro e "cristianizaram" a data, comemorando o nascimento de Jesus pela primeira vez no ano 354. A tal festa pagã, chamada de Natalis Solis Invicti ("nascimento do sol invencível"), era uma homenagem ao deus persa Mitra, popular em Roma. As comemorações aconteciam durante o solstício de inverno, o dia mais curto do ano. No hemisfério norte, o solstício não tem data fixa - ele costuma ser próximo de 22 de dezembro, mas pode cair até no dia 25. A origem da data é essa, mas será que Jesus realmente nasceu no período de fim de ano? Os especialistas duvidam. "Entre os estudiosos do Novo Testamento e das origens do cristianismo, é consenso que ele não nasceu em 25 de dezembro", afirma o cientista da religião Carlos Caldas, da Universidade Mackenzie, em São Paulo. Na Bíblia, o evangelista Lucas afirma que Jesus nasceu na época de um grande recenseamento, que obrigava as pessoas a saírem do campo e irem às cidades se alistar. Só que, em dezembro, os invernos na região de Israel são rigorosos, impedindo um grande deslocamento de pessoas. "Também por causa do frio, não dá para imaginar um menino nascendo numa estrebaria. Mesmo lá dentro, o frio seria insuportável em dezembro", diz Caldas. O mais provável é que o nascimento tenha ocorrido entre março e novembro, quando o clima no Oriente Médio é mais ameno.

Fonte:ME

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Como surgiram os nomes das cores?

SORRISO AMARELO
Na Antiguidade, pensava-se que a icterícia, uma doença que deixa as crianças amareladas, vinha da bílis, secreção produzida pelo fígado que era chamada "humor amargo". No latim, amargo era amargus, que no diminutivo virava amarellus, que acabou virando amarelo

AGENTE LARANJA

Quando os árabes resolveram fazer uma "visitinha" à Europa, trouxeram na bagagem a fruta laranja - nárandja, em árabe. De lambuja, acabaram batizando a cor

CARTA BRANCA

Em geral, dizemos que algo bem liso e brilhante é "branquinho". Os latinos também achavam isso e pegaram o germânico blank, que significa polido, para falar da cor. Aliás, o termo "armas brancas", usado para facas e punhais, vem daí: branco de polido, reluzente

NO "APRETO"

O nome da cor preta vem do latim appectoráre, que queria dizer "comprimir contra o peito". Como assim? É que, com o tempo, o appectorár virou apretar. E, por uma analogia muuito criativa, deu no preto, querendo dizer algo denso, espesso, "apertado"

SANGUE AZUL

Foi uma pedra preciosa chamada lápis-lazúli que batizou a cor azul. Lápis não conta, porque já queria dizer pedra em latim, mas o lazúli veio do árabe lázúrd, nome da rocha azulada. Em latim, o que era pedra continuou pedra, e a cor ficou simplesmente azul

MARROM-GLACÊ

A castanha portuguesa, aquela do Natal, chama-se marron, em francês. E foi da cor desse fruto que veio o nosso marrom. Aliás, o marrom-glacê é isso: um doce escuro feito de castanha portuguesa

MASSA CINZENTA

O cinza nasceu daquela massa de pó misturado com brasas que sobra no fim das fogueiras. Por associação, a palavra latina cinisia, que queria dizer cinzas, transformou-se também no nome do tom preto-claro

VERMELHO-SANGUE

Antigamente, como ninguém conhecia urucum nem pau-brasil na Europa, o único jeito de fazer tinta vermelha era usar um inseto - hoje chamado de cochonilha - que, esmagado, virava um vermelhão. O nome dessa cor vem do latim vermiculum, vermezinho

VERDES ANOS

Aqui chegamos a uma das poucas cores que já nasceu cor. O verbo latino vivere significava estar verde, verdejar. Dele é que nasceu a associação do verde com algo que está nascendo, que ainda não está pronto

CONSULTORIA - Mário Viaro, filólogo da Universidade de São Paulo (USP)

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Que bandido foi preso mais vezes no mundo?

Foi a americana Ella Orko, de 87 anos. Nem a Interpol, nem o FBI, nem qualquer organização policial do mundo elaborou um ranking oficial do tipo, mas dificilmente algum criminoso supera a “vovó”. Ao longo da vida bandida, ela já foi mandada para o xilindró nada menos do que 61 vezes. Na última, em junho do ano passado, foi flagrada tentando surrupiar embalagens de salmão, pacotes de pilhas, frascos de café instantâneo e potes de cremes antirrugas de uma loja. Ao todo, sua ficha criminal contabiliza 13 condenações, a maioria por furto em lojas e supermercados. Figurinha conhecida da polícia, a larápia viu o sol nascer quadrado pela primeira vez em 1956, aos 33 anos. Para dar um basta na carreira de contraventora, os promotores de Justiça sugerem que agora ela passe a ser monitorada eletronicamente.


 Olha a foto da vovozinha ai

Fonte:Me

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

O cavalo de Napoleão era mesmo branco?

Napoleão Bonaparte nunca teve uma montaria fixa e chegou a usar até uma simples mula numa de suas maiores batalhas. A anedota sobre "a cor do cavalo branco de Napoleão" provavelmente foi inspirada em uma das imagens mais famosas do imperador francês, o quadro Napoleão Cruzando os Alpes, pintado por Jacques Louis David. Na tela, ele aparece todo estiloso, empinando um belo cavalo branco. "O quadro pretendia ressaltar suas virtudes militares na Batalha de Marengo (contra os austríacos, em 1800)", diz o historiador João Paulo Streapco, da Universidade de São Paulo. Os especialistas afirmam que na verdade Napoleão saiu desse conflito galopando no lombo de uma humilde mula. Imperador da França entre 1804 e 1815, Bonaparte usou diversas montarias durante suas conquistas militares e nunca teve um cavalo predileto como outras figuras históricas - Alexandre, o Grande, por exemplo, não vivia sem o Bucéfalo...
 
Fonte:Me

domingo, 21 de novembro de 2010

Qual foi o primeiro verbete da Wikipedia?

O primeiro verbete fixo da Wikipedia foi sobre o professor universitário William Alston. O verbete foi escrito em 17 de janeiro de 2001, dois dias depois de a enciclopédia virtual colaborativa ter ido ao ar pela primeira vez. Mas o artigo sobre o professor só é o mais antigo entre os que não sofreram nenhum tipo de redirecionamento. Considerando os que mudaram de endereço, o pioneiro é um que listava os países que começam com "u", que foi ao ar em 16 de janeiro de 2001. Mas a primeira coisa escrita na Wikipedia não foi um verbete – foi um simpático "Hello, World!" ("olá, mundo!") pelo fundador Jimbo Wales, no próprio 15 de janeiro de 2001. Assim como na Wikipedia, outros sites famosos hoje têm os fundadores como usuários pioneiros. Os primeiros a ter uma conta no Twitter foram Jack Dorsey (@jack) e Biz Stone (@biz), fundador e cofundador, respectivamente, em 21 de março de 2006. O presidente do Twitter, Evan Williams (@ev), também aderiu no primeiro dia, assim como outras dez pessoas anônimas. @_@

Fonte:Me

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Por que mexemos a cabeça para dizer "sim" e "não"?

Não se sabe bem o motivo de esses gestos serem assim. Mas é certo que tudo está ligado aos processos evolutivos de cada espécie, que determinam os tipos de comportamento e gesticulações. Até os animais desenvolvem e utilizam códigos para se expressar. "Aliado a isso, existem fatores culturais, que acabam diferenciando ou invertendo esses movimentos. Desde quando nascemos, aprendemos esses gestos observando nossos pais e outras pessoas", explica Esdras Vasconcellos, professor de psicologia da Universidade de São Paulo. Ou seja, a maneira de gesticular é diferente em algumas regiões, porque vai de acordo com particularidades e com a cultura de cada país.
DIGA SIM, DIGA NÃO
Alguns gestos podem parecer universais, mas sempre existem aqueles que fogem à regra. Saiba como afirmar e negar em algumas regiões do mundo

NÃO
PARA CIMA E PARA BAIXO

Em alguns países os gestos de sim e não são o contrário do que estamos acostumados. Para dizer que não, eles mexem a cabeça para cima e para baixo. Isso acontece na Bulgária e em algumas regiões do Japão, da Grécia, da Itália e do Irã. Na Turquia o gesto é semelhante, mas ao negar eles também fazem um barulho com a boca

SIM
VIRANDO A CABEÇA PARA OS LADOS

Nas regiões onde dizer "não" parece um "sim", o gesto para a afirmação também é invertido. Então, se quiser concordar com alguém, vire a cabeça para os lados, como se estivesse negando

SIM
TOMBANDO A CABEÇA

Para dizer que "sim" na Índia, é bem diferente. As pessoas fazem um rápido movimento tombando a cabeça  para os lados. Para fazer isso, eles mantêm os ombros parados e inclinam a cabeça uma vez ou mais para concordar

SIM
ERGUENDO AS SOBRANCELHAS

É assim nas Filipinas. As pessoas erguem as sobrancelhas como sinal de acordo

Fonte:Me

domingo, 31 de outubro de 2010

Por que loiras e portugueses têm fama de burros nas piadas?


O mito da burrice das loiras começou com as personagens ingênuas interpretadas por Marylin Monroe – que nasceu morena, mas só ficou famosa após pintar os cabelos. No filme Os Homens Preferem as Loiras, de 1953, sua personagem, Lorelei Lee, era uma cantora que assassinava a gramática e seduzia ricaços, ajudando a construir o estereótipo que hoje vai da dançarina Carla Perez à música “Lôraburra”, em que Gabriel O Pensador afirma que elas chamam a atenção “não pelas ideias, mas pelo burrão”. Já a fama da desinteligência dos portugueses vem da época da colonização. E não são só os brasileiros que tiram onda com os portugas – referirse a colonizadores de forma jocosa é algo típico em ex-colônias, e vice-versa, seguindo o ditado: quem ri por último ri melhor! Um exemplo milenar disso são as piadas do Egito antigo falando sobre a simplicidade e burrice dos habitantes da Núbia, país então sob domínio egípcio. :-D

Fonte:Me

domingo, 17 de outubro de 2010

Quem escreveu a Bíblia?

Ela não foi escrita por somente um autor, trata-se de uma criação coletiva. "A Bíblia é um conjunto de livros escritos por autores variados e, muitas vezes, desconhecidos. Vários livros são resultado de uma produção coletiva ao longo do tempo", diz o cientista da religião João Décio Passos, da PUC-SP. Os especialistas estimam que a produção e reunião de todos os textos que compõem a Bíblia foram feitas ao longo de um período de mais de mil anos, iniciado provavelmente por volta do século 10 a.C. e estendido até o século 2 da era Cristã. A coisa complica de vez, e gera seguidas controvérsias entre os historiadores, quando se tenta identificar com precisão quem foram os responsáveis por determinados trechos da obra sagrada. Um dos grandes problemas é que até o século 2 d.C. era algo bastante comum atribuir, indevidamente, a autoria de vários textos a personagens bíblicos ou a apóstolos de Jesus.
Já existem fortes evidências, por exemplo, de que uma parte das Cartas de Paulo não foi realmente elaborada por esse importante seguidor de Cristo, e sim por escritores ainda totalmente desconhecidos. Independentemente de quem foram os autores dos vários livros que compõem a Bíblia, para a tradição judaico-cristã a obra, mais do que um trabalho humano, é principalmente o resultado de uma inspiração divina. "Acredita-se que esses textos não são apenas fruto da atividade criativa de quem os escreveu, mas também de uma ação de Deus, como prega ainda hoje a tradição católica. Os livros da Bíblia foram escritos por homens, mas são o resultado de uma revelação divina", diz o monge dom João Evangelista Kovas, do Mosteiro de São Bento, em São Paulo. É importante lembrar que boa parte do conteúdo da Bíblia é formada por textos que são considerados sagrados não apenas para os cristãos católicos e protestantes como também para os judeus.

Três vezes sagrada

Além dos protestantes, judeus também aceitam parte da Bíblia dos católicos
Grupo religioso: Cristãos católicos
Como vêem a Bíblia Católica: Aceitam os 72 livros que a compõem. Alguns têm autoria conhecida e são creditados a profetas anteriores a Cristo e a discípulos ou apóstolos de Jesus (como o Evangelho de João)
Grupo religioso: Cristãos protestantes
Como vêem a Bíblia Católica: Os protestantes não consideram sete dos 72 livros: Primeiro Macabeus, Segundo Macabeus, Judite, Baruc, Tobias, Eclesiástico e Sabedoria, além de trechos do Livro de Ester e Daniel
Grupo religioso: Judeus
Como vêem a Bíblia Católica: Aceitam apenas a parte que forma o Antigo Testamento (como os Livros de Isaías e de Ezequiel, atribuídos a esses dois profetas). Não consideram o Novo Testamento como parte da sua literatura sagrada

Fonte:ME

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Quanto custa um político no Brasil?

O presidente recebe 12 mil reais de salário, enquanto deputados federais e senadores faturam 16,5 mil reais mensais para servir a pátria. Os políticos também contam com auxílio para alimentação, viagens e outras despesas pessoais, além de um orçamento para pagamento de assessores e manutenção de gabinete. A remuneração dos quase 600 parlamentares do Congresso Nacional vem de uma verba federal obtida a partir do pagamento de impostos, ou seja, do seu próprio bolso, caro (e)leitor. Para conferir se o seu dindin está sendo bem gasto, cruzamos dados sobre salários de governantes e legisladores brasileiros nas esferas municipal, estadual e federal e também comparou alguns valores caseiros com remunerações e despesas políticas de outros países. $:-)

PRECINHO POPULAR
Lula ganha bem menos que alguns colegas estrangeiros, mas nossos deputados custam mais para o povoEUA
custo mensal de até R$ 316 mil

Brasil
custo mensal de até R$ 117 mil

Alemanha
custo mensal de até R$ 83 mil

França
custo mensal de até R$ 61 mil

Reino Unido
custo mensal de até R$ 58 mil

Chile
custo mensal de até R$ 45 mil

HOLERITE FEDERAL
Esta lista vale para deputados federais. Senadores têm mais verbas e custam até R$ 30 mil a mais

SALÁRIO R$ 16,5 mil (incluindo 13º, 14º e 15º salários)

VERBA INDENIZATÓRIA até R$ 15 mil (alimentação, segurança, combustível etc.)

AUXÍLIO-MORADIA R$ 3 mil

COTA POSTAL R$ 4 mil

VALE-TRANSPORTE AÉREO de R$ 4,7 mil a R$ 18,7 mil

VERBA DE GABINETE R$ 60 mil (pagamento de até 18 assessores)

TOTAL até R$ 117 mil/mês

ORDENADO PRESIDENCIAL
O primeiro-ministro Lee Hsien Loong, de Cingapura, é o líder mundial com o contracheque mensal mais generoso

Pelos valores da campanha eleitoral, Lula gastou R$ 1,96 por voto, em 2007. Obama gastou R$ 80, em 2009

Cingapura R$ 403 mil
EUA R$ 77 mil
França R$ 58 mil
Chile R$ 21,5 mil
Brasil R$ 12 mil

GOVERNADORES ESTADUAIS (dados de 2007)
O governador mais caro é o de Alagoas, bancado pela renda de 40,5 habitantes*

MAIOR SALÁRIO R$ 24,5 mil (Paraná)
MENOR SALÁRIO R$ 7,14 mil (Rio Grande do Sul)

PREFEITOS EM CAPITAIS (dados de 2007)
Macapá (AP) tem o prefeito mais caro, pois recebe a renda de quase 23 habitantes

MAIOR SALÁRIO R$ 23,9 mil (Curitiba (PR))
MENOR SALÁRIO R$ 8,4 mil (Florianópolis (SC))

VEREADORES EM CAPITAIS (dados de 2007)
São Paulo gasta mais de R$ 510 mil por mês, pagando o salário de 55 vereadores

MAIOR SALÁRIO R$ 9,5 mil (Campo Grande (MS))
MENOR SALÁRIO R$ 3 mil (Vitória (ES))

Fonte:Me

domingo, 10 de outubro de 2010

Como se cria uma teoria da conspiração?

 EVENTO MARCANTE
Para a conspiração pegar, o ideal é que trate de um acontecimento de grandes proporções, que envolva conflitos, interesses, e desperte polêmica e paixões. A versão oficial de como tudo aconteceu deve ser contestada

CONSPIRADORES DE ELITE
É importante apontar um grupo de elite com interesse em manipular a versão oficial e poder para manter tudo em segredo. As acusações costumam ser vagas, mencionando sociedades secretas ou, como em nosso exemplo, uma máfia

REFERÊNCIAS AO PASSADO
Relacionando fatos antigos - verdadeiros ou não -, a teoria fica mais convincente e parece embasada em fontes históricas. O argumento ganha ainda mais força quando vem depois da frase "todo mundo sabe que"...

PERGUNTAS PERTURBADORAS
Mencionar ocorrências suspeitas e detalhes mal explicados também é uma boa. O ideal é introduzir personagens que estariam envolvidos na conspiração e plantar dúvidas na cabeça de quem se interessar pela história

EM BUSCA DA VERDADE
Não dá para ser dono da verdade - pelo menos não o único dono! Apresentar parceiros que também buscam esclarecimentos rende credibilidade. Também é importante mencionar um meio de comunicação confiável como parceiro

AMEAÇA IMINENTE
Espalhar o desespero faz as pessoas engolir meias-verdades mais fácil. Depois de muito argumentar e apontar furos na história, vem a sugestão de que algo terrível acontecerá se a verdade não vier à tona


FONTE - Voodoo Histories: The Role of the Conspiracy Theory in Shaping Modern History, de David Aaronovitch

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Quais foram as maiores loucuras dos astros do rock?


Tem bizarrice para todo gosto: cantor que escreveu uma carta com sangue, baixista que misturou drogas com água da privada, rei do rock que voou milhares de quilômetros só para comer um sanduba especial... Roqueiros são figuras muito loucas, mas boa parte de suas lendas não passa de... lendas. Uma das cascatas mais famosas é que o músico Frank Zappa teria comido cocô num show, o que ele negou até a morte. Outra mentira popular é que o roqueiro Alice Cooper teria arrancado a cabeça de uma galinha no palco - a bichinha foi pro beleléu, sim, mas depenada pela platéia. De qualquer forma, a lista de maluquices verdadeiras vai longe e nestas páginas reunimos as dez que consideramos as melhores. Tem outras histórias imperdíveis, como a orgia que os músicos do Led Zeppelin fizeram com um peixe e a clássica decapitação de um morcego a dentadas, estrelada por um chapadíssimo Ozzy Osbourne.

QUANDO: anos 80
O QUE APRONTOU: escreveu uma carta com o próprio sangue
Conhecido pelas letras sobre amor, morte, religião e violência, o australiano líder das bandas Birthday Party e Bad Seeds afundou no consumo de heroína em meados da década de 80. Em um de seus piores momentos, Cave foi visto no metrô de Londres, magérrimo, escrevendo uma carta e usando como caneta uma seringa cheia de sangue
QUANDO: 1982
O QUE APRONTOU: encheu a cara vestido de mulher
Nos anos 80, o ex-vocalista do Black Sabbath perambulava movido a drogas e álcool. Em 1982, Ozzy estava tão manguaçado que sua mulher, Sharon, escondeu suas roupas e o deixou peladão para impedi-lo de sair de casa para beber. Sofrendo com a abstinência, o roqueiro não pensou duas vezes: pegou um vestido da mulher e foi dar uma "calibrada"
Wendy o Willians
QUANDO: décadas de 70 e 80
O QUE APRONTOU: masturbou-se em cima do palco
Durante os shows, a vocalista da banda Plasmatics gostava de destruir instrumentos ou qualquer outra coisa que estivesse a seu alcance. Mas o público ia mesmo ao delírio quando ela se masturbava no meio das músicas. Longe dos palcos, Wendy atuou no filme pornô Candy Goes to Hollywood (1979) e se matou em 1998
Bruce Springsteen
QUANDO: 1976
O QUE APRONTOU: atrasou um show para jantar com um fã
Antes de uma apresentação em Rhode Island, Estados Unidos, o roqueiro foi reconhecido na rua por um fã e resolveu jantar com o rapaz. Atrasado, ele ligou para o local do show, contou por telefone à platéia que estava batendo um rango e ia demorar. Para compensar o atraso de duas horas, Bruce fez um memorável show de três horas e meia
Brian Wilson
QUANDO: 1966
O QUE APRONTOU: ficou seis meses produzindo uma única música
A loucura do líder dos Beach Boys é a mais lúcida da lista. Em 1966, ele chegou ao extremo do perfeccionismo ao passar seis meses gravando, editando e mixando uma única canção: "Good Vibrations". Sua obsessão custou mais de 50 mil dólares, mas a canção atingiu o topo das paradas e é considerada um clássico da música pop
Sid Vicious
QUANDO: 1976
O QUE APRONTOU: injetou heroína com água de privada
Numa festa, o infame baixista dos Sex Pistols queria provar que podia ser mais hardcore que seu ídolo Dee Dee Ramone, que consumia álcool e drogas como quem toma limonada. Depois que o Ramone injetou heroína no braço, Vicious pegou a seringa, foi até o banheiro, misturou a droga com o conteúdo da privada e mandou ver. Três anos depois, ele morreu de overdose
Elvis Presley
QUANDO: 1976
O QUE APRONTOU: viajou 4 mil km para comer um sanduba
Em sua mansão no Tennessee, o rei do rock comentou com um grupo de amigos sobre um inesquecível sanduíche de creme de amendoim em Denver, no Colorado. Um dos rapazes disse que seria ótimo se pudessem comer os tais sandubas naquela hora. Elvis não teve dúvida: chamou a galera para seu jatinho particular e voou para fazer uma boquinha atravessando parte do país
QUANDO: 1966
O QUE APRONTaram: acenderam um baseado no palácio de Buckingham
Antes de receberem da rainha da Inglaterra a medalha da Ordem do Império Britânico - uma honra destinada apenas a cientistas, aristocratas, militares - os quatro fabulosos de Liverpool resolveram ir ao banheiro fumar um cigarro de maconha para relaxar. Anos mais tarde, George Harrison negou o episódio, mas o baterista Ringo Starr afirmou que não se lembrava de muita coisa porque estava doidão...
Keith Moon
QUANDO: década de 70
O QUE APRONTOU: detonou a própria bateria
O baterista da banda inglesa The Who vivia chapado, adorava se vestir de nazista e destruía privadas usando bombas. Durante um show, o doidão explodiu sua bateria, causando danos permanentes à audição de Pete Townshend, seu companheiro de banda. Em 1978, Moon teve uma overdose e foi explodir buscapés em outra dimensão
G. G. Allin
QUANDO: décadas de 1980 e 90
O QUE APRONTOU: atirou cocô nos fãs
Apelidado de "sociopata do rock", esse metaleiro underground foi preso 52 vezes por suas performances no palco. Não era para menos: Allin, morto de overdose em 1993, costumava cantar com os "documentos" de fora, socava o próprio rosto com o microfone, defecava no palco, jogava cocô na platéia e se auto-sodomizava com o microfone! É loucura para ninguém botar defeito

Fonte:Me

domingo, 3 de outubro de 2010

Por que as lésbicas são chamadas de sapatões e os gays, de veados?


A relação dos termos "veado" (ou "viado", como se costuma falar) e "sapatão" com o homossexualismo é bem literal mesmo. "Sapatão", como já se pode imaginar, faz referência a pés grandes, uma característica masculina. Segundo o etimologista Reinaldo Pimenta, no livro Casa da Mãe Joana 2, o termo "surgiu na década de 1970, quando as mulheres com opção sexual alternativa tinham predileção por usar um tipo de calçado mais caracteristicamente masculino". Outro etimologista, Deonísio da Silva, autor de De Onde Vêm as Palavras, vai um pouquinho além: "Em casais de lésbicas, as mulheres que faziam as vezes de marido assimilaram o preconceito, fazendo questão de usar sapatos grandes. Já as que faziam as vezes da esposinha eram em geral menores, mais esbeltas e usavam sapatos menores. Logo, foram caricaturadas como sapatão e sapatinha". Já "veado"é uma associação do perfil do animal - magro, esguio e lépido - com o dos homens afeminados, que talvez tenha origem em um "causo" carioca. Dizem que, nos anos 20, um comissário de polícia foi incumbido de prender os homossexuais que circulavam pelas imediações da praça Tiradentes, na região central do Rio de Janeiro. Ele fracassou e, para explicar a falha, disse que, quando seus homens se aproximavam, os delicados alvos fugiam correndo como veados. O episódio ganhou a imprensa carioca e, logo, a boca do povo.
Fonte:Me

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Como foi o festival de Woodstock?


O festival de rock mais famoso de todos os tempos rolou em agosto de 1969, em uma fazenda na cidadezinha americana de Bethel, a cerca de 160 quilômetros de Nova York. Woodstock é o nome da cidade escolhida originalmente para abrigar os shows, mas acabou não rolando e, depois de idas e vindas, os organizadores desistiram da cidade e alugaram uma fazenda em Bethel mesmo, menos de um mês antes da abertura do festival. Para não criar mais confusão, o nome original, Festival de Música e Artes de Woodstock, permaneceu. Os quatro rapazes - o mais velho tinha 26 anos - que organizaram o evento tentaram sem sucesso levar John Lennon, Bob Dylan, The Doors, Led Zeppelin e Frank Zappa ao palco da fazenda, mas isso não tirou o brilho do festival. Apesar de esses monstros sagrados terem ficado de fora, outras estrelas - The Who, Joe Cocker, Janis Joplin e Jimi Hendrix, entre outros - aceitaram o convite e fizeram shows históricos. O festival, que estava previsto para durar três dias, acabando à meia-noite do domingo, mergulhou na semana seguinte. Para ter uma idéia, Hendrix começou a tocar na segunda-feira, às 9 da manhã. Alguns doidões que acamparam na fazenda continuaram lá por um bom tempo.

Roça and roll

Mais de 400 mil pessoas invadiram a cidade de Bethel, de 2 300 habitantes
Alimentação
Como a organização esperava "apenas" 60 mil pessoas, somando o público de todos os dias, a saída foi improvisar postos de alimentação gratuitos quando eles se depararam com uma massa sete vezes maior. Cidades vizinhas doaram frutas, enlatados e sanduíches
Camping
Cercas delimitavam a área reservada a acampamento, mas, na prática, com a superpopulação, isso não funcionou. Havia barraquinhas, colchonetes e trailers espalhados pelos quatro cantos da fazenda e até nas propriedades vizinhas
Emergência
Cerca de 70 médicos e 36 enfermeiras fizeram 6 mil atendimentos durante o festival. Alguns pacientes foram levados para hospitais por helicóptero, mas "só" três morreram: um por overdose de heroína, outro por ruptura de apêndice e o terceiro, atropelado por um trator. Houve ainda dois partos
Segurança
Mais de 600 pessoas, entre seguranças contratados pela organização e policiais voluntários, fizeram o policiamento. Mas, como era gente demais infringindo as leis, eles decidiram ser light: drogas e peladões circularam pela fazenda numa boa. "Apenas" cem pessoas foram detidas por uso de drogas
Bastidores
Atrás do palco, ficavam os trailers da produção, os camarins e o heliponto, por onde chegavam os artistas - não fosse pelos helicópteros, muitos shows não teriam acontecido. Para chegar ao palco sem enfrentar a muvuca, cantores e bandas atravessavam uma passarela exclusiva
Palco
32 atrações, entre artistas e bandas, passaram pelo palco, que ficava na parte mais baixa de uma pequena colina, formando um anfiteatro natural. As chuvas do fim de semana detonaram a grama que cobria o local e formaram verdadeiras piscinas de lama, onde a galera mais chapada se lambuzava à vontade
Imprensa
A imprensa tinha até estacionamento exclusivo, mas, para enviar notícias e fotos, só mesmo nas cidades vizinhas: no acampamento, a fila do telefone durava no mínimo duas horas. A comunicação só funcionou mesmo no mural de recados, através do qual as pessoas encontravam os colegas e descolavam caronas
Vias de acesso
As rodovias de acesso à fazenda ficaram intransitáveis. A viagem de Nova York a Bethel, que duraria no máximo duas horas, chegava a oito. Pessoas estacionavam na beira da estrada e caminhavam até 20 quilômetros. Houve uma chuva de pedidos de indenizações de quem tinha ingresso mas não chegou ao festival

Fonte:Me

Quem foi Murphy, da Lei de Murphy?


Há várias versões, mas a mais difundida - contada no livro Uma História da Lei de Murphy, de Nick Spark, ainda inédito no Brasil - é a de que o autor do famoso "se algo pode dar errado, vai dar errado" é Edward A. Murphy Jr., major e engenheiro da Força Aérea americana na década de 1940. A frase foi formulada após um acontecimento típico da futura "lei": em um experimento para testar a tolerância humana à aceleração da gravidade, um técnico tinha que encaixar 16 medidores de aceleração em uma máquina e, por força de uma "lei" até então inominada, não acertou a posição de nenhum. Foi então que Murphy disse a tal frase ("se algo pode dar errado...") e seu colega John Stapp, um major com visão de publicitário, decretou a criação da "Lei de Murphy". Hoje, a lei foi "adaptada" para diversas áreas da vida, como, por exemplo: "A probabilidade de você encontrar uma garota bonita aumenta se você está com a namorada"; "Se você joga fora alguma coisa que tem há muito tempo, você vai precisar dela logo"; "Ninguém nunca está ouvindo, até você falar uma besteira"; "Toda vez que um incompetente se demite é substituído por alguém mais incompetente ainda" etc. Em 2003, a famosa "lei" ganhou o prêmio IgNobel, concedido a invenções consideradas inúteis. A homenagem (às avessas) póstuma foi recebida pelo filho do engenheiro.

Fonte:Me

Por que a vaca é sagrada na Índia?


A santidade da mimosa é um dos preceitos da religião hindu. Textos sagrados, como os Vedas, compilados por volta de 1500 a.C., associam o animal à fertilidade e a divindades como Krishna, que teria sido pastor. O hinduísmo sofreu ainda a influência de outra crença, o jainismo, que prega o vegetarianismo e a não-violência. Assim, associada à figura materna por fornecer leite, a vaca também virou objeto de devoção por suas qualidades simbólicas, como humildade e docilidade. Para ter uma ideia do status da ruminante, ela é considerada mais "pura" que a casta mais elevada da sociedade indiana: os brâmanes (sacerdotes). Não à toa, na maioria dos estados indianos o abate desse animal é proibido e, para desespero de muitos guardas de trânsito, ela pode circular com desenvoltura pelas ruas sem ser incomodada. Mas a adoração da mimosa não é uma unanimidade na Índia. Embora cerca de 80% da população seja hindu, há milhões de devotos de outras crenças, como cristãos e mulçumanos, que não cultuam a vaca. Seja como for, todo mundo respeita o animal por lá, e, como você pode ver abaixo, até seus excrementos são usados em rituais! }:-]

"SANTA" MULTIUSO
Até o xixi e as fezes das vaquinhas são usados em rituais de purificação

NO COURO DOS OUTROS É REFRESCO
Para a alegria dos mais de 200 milhões de vacas indianas, devido à proibição do abate do animal em quase todo o país, a maior parte do couro utilizado na Índia vem de cabras e búfalos, deixando o gado em terceira posição.

MCVEGETAL
As mais de cem lojas do McDonald’s espalhadas pela Índia contam com dois menus: um vegan radical, cuja maionese nem leva ovos e os hambúrgueres são de vegetais, e outro que inclui frango e peixe. Carne de vaca nem pensar!

CAUBÓIS DO ASFALTO
A superpopulação bovina nas cidades - onde as vacas "pastam" entre carros, anarquizando o trânsito já caótico - criou até uma profissão: os caubóis urbanos. Eles caçam as desgarradas com laços, mas têm de driblar os hindus radicais, que atiram pedras nos "molestadores" das mimosas

ASILO RUMINANTE
Para cuidar de vaquinhas atropeladas, idosas ou doentes, muitos indianos largam seus afazeres e criam hospitais e casas de repouso para onde os bichos são levados e passam o resto de seus dias pastando na boa

APROVEITAMENTO TOTAL

Além de servir como alimento, o leite e seus derivados, como manteiga, são usados em oferendas e cerimônias de purificação. Já o esterco, depois de seco, pode virar lenha em rituais. Há até um refrigerante feito de urina de vaca e que promete curar doenças!

Fonte:Me

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Por que os escoceses usam "saia"?



Para começar, não é exatamente uma saia - ai de você se chamar o kilt de saia na frente de um escocês! No final do século 14, ele já era usado pelo povo gaélico, que vivia na Irlanda. Com a migração dos gaélicos para a região úmida e chuvosa das Highlands, no norte e no oeste da Escócia, o aparato foi adotado pelos escoceses da região. Os kilts serviam para a proteção contra a umidade e o frio típicos de lá. O tecido era feito de lã escovada, que impermeabilizava à água. Naquela época, a peça única era presa ao corpo, como um tipo de manto. É aí que está a origem do nome "kilt", que, na antiga língua falada na Escócia, significa o ato de "prender uma roupa no corpo". O tipo de xadrez do kilt (chamado de tartan) mudava de estampa de acordo com o clã daqueles que o usavam. A peça atual, em formato de saia, é criação escocesa e só passou a ser usada a partir do século 18. No século seguinte, foi adotada como símbolo de identidade nacional e hoje é vestida por cidadãos escoceses e de outros países, como Inglaterra, em ocasiões diversas, como festas formais, eventos da moda ou pela plateia de jogos esportivos.


Fonte:Me

sábado, 25 de setembro de 2010

Quem decide quem vai ter o nome na calçada da fama, em Los Angeles?


Quem bate o martelo sobre os novos homenageados é o comitê da calçada da fama, composto por representantes do cinema, teatro, TV, rádio e da indústria fonográfica americana. Funciona assim: o comitê se reúne uma vez por ano - geralmente em junho - e escolhe, entre 200 a 300 sugestões, cerca de 20 personalidades que recebem suas estrelas no chão de Hollywood todo ano. Aliás, é bom esclarecer que a calçada da fama é composta só de estrelinhas no chão. Muita gente confunde a calçada com aquela área na frente do Teatro Chinês, também em Los Angeles, onde os astros deixam a marca de suas mãos, pés e autógrafos. Mas são coisas diferentes: a tradição de autografar o cimento na frente do tal teatro existe desde a década de 20, enquanto a calçada da fama só foi criada em 1958. No projeto original, ela contava com 2 500 estrelas em branco, mas como em 1994 a constelação já estava quase repleta (2 mil estrelas já haviam sido preenchidas), a calçada foi estendida por mais alguns quarteirões. O mais legal é que qualquer pessoa pode indicar uma personalidade para a calçada: basta entrar no endereço www.hollywoodchamber.com, pre-encher um formulário e mandar sua sugestão. Se a sua celebridade for escolhida, ela precisa desembolsar nada menos que 15 mil dólares para ser imortalizada na calçada (muitas vezes, essa grana é cedida por algum patrocinador). Pode ser indicada qualquer pessoa que tenha trabalhado no mínimo cinco anos na indústria do entretenimento, inclusive astros já falecidos. Para este ano, os astros Antonio Banderas, Dennis Quaid e Ben Stiller devem inaugurar seu espaço no badalado pedaço de chão hollywoodiano.

Chão de estrelas

Mais de 2 mil astros deixaram sua marca no pavimento mais pop do mundo

NOS PASSOS DA CALÇADA

Onde fica: em Hollywood, bairro de Los Angeles, na Califórnia. O endereço oficial é a avenida Hollywood Boulevard

Tamanho da calçada: 10 quarteirões (aproximadamente 3 quilômetros de extensão)

Total de estrelas: 2 130

De que são feitas as estrelas: bronze e terrazo, uma espécie de mármore falso

ESTRELA PIONEIRA

A atriz Joanne Woodward, mulher do ator Paul Newman, foi a primeira personalidade contemplada com uma estrela na calçada da fama, inaugurando o espaço em 9 de fevereiro de 1960. A atriz estava no auge da carreira e tinha acabado de ganhar um Oscar pelo filme As Três Máscaras de Eva, de 1957

ASTRO ANIMAL

A corajosa cadelinha Lassie - que na vida real era um cachorrão macho - apareceu pela primeira vez na telona em 1943, no filme A Força do Coração. Depois disso, estrelou dezenas de outras produções e séries de TV. Não deu outra: ela e o bravo pastor alemão Rin Tin Tin, outro astro das telas, foram homenageados pela dedicação canina ao cinema

BRASIL-IL-IL!

Tudo bem, a Carmen Miranda nasceu em Portugal, mas, cá para nós, a pequena notável é muito mais brasileira que lusitana! Criada no Rio de Janeiro, a espalhafatosa cantora e atriz fez um tremendo sucesso no cinema americano nas décadas de 40 e 50, sempre com sua indefectível cesta de frutas na cabeça. Na calçada da fama, ganhou uma estrela póstuma em 1955

QUE É QUE HÁ, VELHINHO?

Pernalonga, o coelho mais insano das animações do cinema e da TV, foi homenageado com uma estrela em 1985. Para completar o panteão dos personagens de desenho, a calçada abriu espaço para o Pato Donald, Mickey Mouse e Pica-Pau. Mas ainda falta o Patolino, o companheiro histérico do coelho maluco...

MONSTRO CINQüENTÃO

Na superprodução Godzilla, de 1998, o lagarto radioativo japonês criado por Eiji Tsuburaya esbanjava vitalidade para arrasar Nova York. Pode não parecer, mas o monstro comemorou 50 anos em 2004 - sua pioneira produção é de 1954. Em homenagem a seu aniversário e ao lançamento de seu 28º filme, o réptil faturou uma estrela em Hollywood

CONSTELAÇÃO PARTICULAR

O polivalente galã americano Gene Autry é a celebridade com o maior número de estrelas na calçada da fama. Atuando, produzindo e compondo trilhas sonoras para dezenas de filmes - a maioria nos anos 30 e 40 -, esse caubói texano foi homenageado em cinco ocasiões por seu trabalho no cinema, teatro, TV, rádio e indústria fonográfica


Fonte:ME

terça-feira, 21 de setembro de 2010

É verdade que os Beatles acabaram por causa da Yoko Ono?


A melhor resposta talvez seja a de George Harrison, em depoimento ao documentário Anthology, de 1996: "Seria injusto colocar em Yoko Ono toda a culpa por nossa separação, porque àquela altura já estávamos todos cheios. Mas talvez ela tenha sido a catalisadora". Ou seja: já havia bastante tensão e conflito entre os quatro Beatles quando Yoko entrou publicamente em cena, durante as gravações de The Beatles - mais conhecido como "The White Album" ("Álbum Branco") - em 1968. A presença constante de Yoko ao lado de John Lennon e o fato de ele valorizar muito mais a opinião dela, como artista de vanguarda, que a de seus parceiros musicais, teria apenas acelerado o processo de dissolução, que, mesmo assim, ainda se estenderia por dois anos. Independentemente da presença de Yoko, os Beatles haviam chegado àquela fase terminal, pela qual passam quase todas as bandas de rock, em que os talentos individuais começam a se sentir limitados e surgem as famosas "diferenças criativas".

Quando entraram em estúdio para gravar o "Álbum Branco", Lennon e Paul McCartney não mais compunham juntos e Harrison pressionava para incluir mais composições suas além da cota tradicional de duas por álbum. Resultado: os três passaram a gravar suas participações em separado, ou acompanhados apenas por Ringo Starr. Logo surgiram mais dois motivos de brigas sérias: Paul queria colocar seu sogro, Lee Eastman (um dos donos da Kodak), como empresário da banda e também queria que voltassem a se apresentar ao vivo. Mesmo assim, não resta dúvida de que Yoko e o modo como John deixava claro que era ela, e não mais a banda, o que havia de mais importante na sua vida, criaram uma divisão irreparável entre ele e os outros três Beatles.


Fonte: ME